sexta-feira, 17 de maio de 2013

Para que Serve a Igreja?



Para que Serve a Igreja? : Ed René Kivitz


O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no Brasil, publicada na edição 2180 da revista ISTOÉ, de agosto último.

Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.

As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso. O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual? A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos [...] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.

 Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações. Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão [...] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade [...] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração.

Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham. Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.

Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver. Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.

Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.

A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida. A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém. Compartilhe:

Fonte: www.edrenekivitz.com

A Igreja de Filadélfia: Fidelidade e Missão



A Igreja de Filadélfia: Fidelidade e Missão

Por Marcos Aurélio dos Santos

Das cartas endereçadas pelo Senhor às sete igrejas da Ásia, uma das mais desafiadoras é a de Filadélfia. Esta igreja estava localizada na região da Ásia menor, na Lidia, que ficava a 45 quilômetros de Sardes, cidade vizinha. Hoje, sobre suas ruínas está construída a cidade de Alasehir. A igreja de Filadélfia, como as demais que estavam nas cidades de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, e Laodiceia  foram frutos da terceira viagem missionária do apostolo Paulo, que durou aproximadamente dois anos.

Filadélfia (=Amor fraternal), juntamente com Esmirna, destaca-se das demais igrejas mencionadas por João, por não receber advertências da parte do Senhor. Apesar de ser desfavorecida pelo fato de ser uma igreja pobre e localizada em uma cidade pequena, Filadélfia preservou sua fidelidade a Cristo, cumprindo assim sua missão como igreja cristã.

Nesta carta, Jesus se apresenta de maneira gloriosa como o Deus Santo e verdadeiro. Sua soberania é revelada, pois o autor da carta tem a chave de Davi. Ele tem todo o poder para abrir e fechar a porta que dá acesso ao seu Reino (Ap. 3.7). Ao contrario do pensamento judaico da época, Jesus se apresenta à igreja de Filadélfia como o Deus que não faz acepção de pessoas, que recebe a todos, sem distinção. Todos são chamados a aceitar a Cristo para serem participantes do seu Reino e desfrutarem dos benefícios de sua maravilhosa graça.

Aqueles que uma vez foram chamados e passaram pela experiência miraculosa do novo nascimento (Jo.3), agora poderão desfrutar desses benefícios. Amor paternal, misericórdia, compaixão, justiça, liberdade, vida eterna, acolhimento e dentre outros, são dádivas divinas concedidas aos que por meio de Cristo, tem livre aceso ao portal da Graça de Deus.
Esta porta aberta também está relacionada à missão que Jesus entregou para a igreja (1Cor.16.9; 2 Cor.2.12; Col. 4.3). Ele concede oportunidades para a anunciação das boas novas de salvação. Filadélfia estava situada em um lugar estratégico que dava acesso aos países antigos como Frigia, Lídia e Mísia. Provavelmente, Deus abriu uma porta para missões, beneficiando aquela pequena igreja.

Uma questão importante deve ser observada pelos leitores neste trecho da carta. Não há nenhuma indicação de que o Senhor Jesus está referindo-se a uma porta aberta para prosperidade financeira. O contexto aponta como já dissemos uma entrada para o seu Reino, como também oportunidades para a anunciação do evangelho.

Apesar de Filadélfia ser pequena, sem muita estrutura física e financeira, pelo fato de estar situada em uma cidade pobre, o Senhor Jesus conhecia seu potencial. Ela é elogiada por ser uma igreja que praticava obras (Ap.3.8).
Jesus continua elogiando sua igreja dizendo que ela apesar de ter pouca força (pequena e pobre), tinha em suas qualidades a virtude de guardar a palavra de Jesus, e não negaram o seu nome (Ap.3.8). O Senhor encoraja sua igreja naquela localidade a prosseguir diante das perseguições, provavelmente por falsos judeus que faziam parte da sinagoga de satanás mencionado no versículo nove.

Em meio aos ataques de satanás contra Cristo e sua igreja na cidade de Filadélfia, os cristãos daquela comunidade demonstraram sua fidelidade. Certamente não aceitaram palavras de blasfêmia contra o Senhor, não se dobraram diante das influencia dos falsos judeus e não se deixaram enganar pelo falso ensino proferido pelos adversários. A igreja de Filadélfia cumpriu seu papel de igreja fiel e missionária.

A igreja fiel é recompensada. As promessas do Senhor são incomparáveis. Para os cristãos de Filadélfia, como também para todos de todas as épocas e lugares, que perseveraram até o fim, Jesus se valerá de sua reta justiça. Aqueles que faziam parte da congregação satânica, que perseguiram a igreja do Senhor, em oposição a Cristo e tudo que é dele,haverão de se prostrar e confessar que Jesus os ama. As perseguições e sofrimentos que eles passavam, seriam recompensados com honra da parte do Senhor (Ap.3.8.) Como recompensa pelo desejo de guardar as palavras de Jesus em Seus corações, os cristãos de Filadélfia seriam guardados (Protegidos) do período de provação que haveria de vir sobre toda a terra (Ap.3.10)

Esse trecho da carta tem caráter escatológico. Provavelmente é uma referencia a grande tribulação mencionada por Jesus em Mateus nos capítulos 24 e 25 e pelo profeta Daniel (Dn.12). Numa interpretação pós- tribulacionista, A igreja haverá de passar pela tribulação, mas estará sobre os cuidados de Jesus, sairá vitoriosa e reinará com ele eternamente.

Ainda há mais promessas para os vencedores. O Senhor promete colocá-los como coluna em seu santuário, que simbolizava segurança e estabilidade eterna, em contraste com os perigos e adversidades que a aquela igreja enfrentava. Ao que vencer, será escrito nele o nome de Deus, o novo nome de Jesus e o nome da nova cidade, a nova Jerusalém que desce do céu que pode ser uma referencia apontando para seu reino eterno,onde o novo triunfará, concordando com visão do apostolo João visualizando o novo céu e nova terra (Ap.3.12;21.1). Quão grandes e insondáveis são estas promessas que o Senhor tem preparado para a sua igreja!

O testemunho da igreja de Filadélfia merece reflexão para a igreja de nossos dias. Em tempos no qual vivemos uma crise de espiritualidade no meio evangélico, onde uma avalanche de doutrinas inovadoras tem invadido as igrejas, somos desafiados a refletir sobre a relevância do testemunho dos cristãos daquela pequena cidade. Quando a igreja vive de maneira confortável, onde não se enfrenta obstáculos, não passa por experiências de sofrimento (provação), não vivencia na prática, os ensinamentos do Mestre, algo está errado.

Guardar a palavra e não negar o nome de Jesus deve ser a característica de uma igreja que quer cumprir a missão. Tribulação, sofrimento, dor, renuncia, devem acompanhar a caminhada da igreja que milita, para que o nome de Jesus seja glorificado.

A glorificação do Deus da glória por meio da igreja não é manifestada na prosperidade financeira, mas no sofrimento. Como co-participantes das aflições de Cristo, a igreja do século XXI deve trilhar no caminho da piedade, do perdão, da paciência, do amor, do acolhimento, deve sofrer por amor a Cristo. Perseverar com paciência, levar a carga uns dos outros, orar pelos que nos perseguem e nos maltratam resultará em Glorificação do nome de Jesus. Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz ás igrejas (Ap.3.13. NVI).

Bibliografia:

Bíblia NVI (Nova versão internacional)

Sites:

apostoladosagradocoracao.angelfire.com

estudosdabilbia.net 


Você Acredita na Igreja ?


Por Marcos Aurélio Dos Santos

Vivemos tempos difíceis no que se refere a viver em comunidade. Tem-se observado uma parcela considerável de evangélicos que deixaram suas denominações e que não querem mais fazer parte delas. Dentre as muitas razões estão: O sistema religioso e seus controladores, as diferentes linhas teológicas onde há uma fragmentação da mesma, a busca da relação do ter em detrimento do ser nos relacionamentos com Deus, os produtos disponíveis nas prateleiras do mercado religioso, a exaustão nas praticas de formalismo e tradicionalismo nos culto de algumas igrejas. 

Estes e outros fatores têm levado muitos evangélicos a se distanciarem de suas denominações preferindo viver uma espiritualidade sem religião. Alguns vivem um tipo de espiritualidade “Robinson Crusoé”, ilhados em seu gueto espiritual, outros se organizam em casas, ou até mesmo em cafeterias e lugares semelhantes onde geralmente se reúnem para a prática de orações, louvor e estudo da palavra. 

Entre os “Sem Igreja” encontramos uma boa parte dos que carregam um sentimento de frustração quanto a Igreja – instituição. Frustrações que foram resultado dos absurdos praticados principalmente por líderes dessas instituições religiosas. Podemos citar alguns: Abuso de poder onde tais líderes manipulam os que estão sobre sua tutela, ausência de democracia proibindo a liberdade de pensar, líderes com personalidade egolátrica (estes desejam que tudo e todos girem em torno dele sobre seu controle). 

A frustração na maioria dos casos vem de uma expectativa de uma liderança apascentadora, com desejo de Servir aos irmãos e a comunidade. Práticas que lamentavelmente encontramos em poucas Igrejas. A questão é desafiadora, pois os que foram não pretendem mais voltar. No entanto, há uma luz no fim do túnel, e a maior razão é que aquele que deu sua vida por amor àqueles que agora fazem parte da Igreja, sempre cuidará dela. Estes que uma vez foram resgatados e comprados com o precioso preço pago na cruz do calvário, Deus haverá de trazê-los novamente à comunidade. Nunca e jamais deixarão de ser Igreja, ainda que distantes. 

Pela experiência do novo nascimento entraram e viram o Reino, e uma vez entrando nele, jamais sairão. Deus em sua soberania e poder haverá de promover nos corações dos membros de comunidades relevantes, o desejo de acolher os “sem Igreja”.

 Estes ao retornarem terão a oportunidade de vivenciar experiências profundas com comunidades do Reino, Igrejas acolhedoras, amantes do próximo, lideranças com compromisso de Servir. Paras Igrejas relevantes fica o desafio de buscar e conscientizar os Dissidentes da Igreja e fazê-los compreender de maneira profunda o papel da Igreja no mundo, seus perigos e desafios, fazê-los entender pelo poder convencedor do Espírito Santo a importância de ser chamado para ser Igreja, desafiá-los a viver em comunidade, esclarecer com base nas escrituras a relevância do exercício da comunhão, do partir do pão, do estudo da palavra, da oração. 
Chamá-los para uma vida de comunidade. 

Aos “Sem Igreja” fica o desafio de retornar com espírito de tolerância e humildade. Compreender que a igreja militante sempre estará sujeita a imperfeições, afinal, é uma igreja que caminha num processo de maturidade com a finalidade de chegar à medida da estatura de Cristo, e, é dentro dela que acontece este processo. Isolar-se certamente atrofiará este desenvolvimento de maturidade.

 Portanto, busquemos uma vida comunitária. Viver em comunidade é praticar a misericórdia, a partilha, o acolhimento, é oferecer ombro amigo em tempos de crise. Isto é ser Igreja! Viver em comunidade vai além das paredes e portas, Igreja do Reino estão acima de ritos e dogmas praticados na religião, Viver em comunidade é sermos indivíduos agenciadores do Reino de Deus. A razão de nossa existência como Igreja não é para viver para nós mesmo, mas para o outro. Lutemos pela Igreja. Que o Senhor nos ajude!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Meu Direito - Por Themmy Lima


Meu direito

            Surge diante de nossos olhos diariamente o aspecto do direito diretivo a todo cidadão seja ele brasileiro ou não morador em território nacional ou não.
            Por excelência o homem tem direito assegurado por Deus, nossa fonte maior de direito seja em âmbito civil, moral religioso ou financeiro não importa a origem do direito está baseado em Deus nosso criador.
Ao longo dos anos vemos e acompanhamos o esmagar dos direitos humanos justamente porque os humanos não conseguem agregar valor ao direito humano que é baseado no respeito mutuo.  
O tal chamado direito, “mutuo” passa ser invadido quando desrespeitamos o direito primário da constituição maior preservar o direito a vida humana.
Mediante tal cenário deslumbramos o homem e neste sentido independe de sua sexualidade na verdade o que vale é seu direito de ir e vir, de fazer o que quiser de desrespeitar quem quiser de não olhar ao seu próximo e respeitar seus direito de livra expressão ou de ação.
Todos nós seres humanos temos o direito de fazer o que quisermos este direito é assegurado por Deus, nós simplesmente iremos um dia responder pelo nosso livre direito de ação mediante ALGUÉM que nos credenciou isto o direito e escolher o que fazer e o que fazer melhor com o direito atribuído.
Nos últimos dias temos acompanhado mediante os noticiários talvez na história deste país a maior controvérsia com respeito ao direito de ação entre seres humanos do mesmo sexo, seja estes ainda entendidos como desrespeito aos olhos de quem os vê.
Penso ser apropriado delimitar território, para isto respeitar o direito de cada um e para isto recorrer a maior fonte suprema para nos ajudar a responsabilizar nossas ações seja com respeito a nosso ser ou ao ser oposto a nós, não importa.
   Esta crônica esta baseada no “respeito”; E o que é o respeito?
Será este o direito de agredir aquele que zela pelo andar do direito da sociedade.
Ou liberar o direito de livre-arbítrio para fazer da moral um palco de desonra social aromatizada pela impunidade de direito civil e social.
Ninguém sairá impune do livre-direito de ação, aquele que nos outorgou o direito de ação nos responsabilizará por isto.
Quando um reles for humano gozando do seu livre direito de ação pensa em afrontar DEUS, COMO QUE DIZENDO A ELE você errou! Eu sou homem. (quando na verdade nasceu mulher) ou; Eu sou mulher. (quando na verdade é homem).
Isto porque os valores morais, éticos e sociais desta pessoa estão danificados, porém suas ações devem ser respeitadas.
Haverá um dia em que esta pessoa se apresentará diante de ALGUÉM maior do que ela e terá que se explicar por suas ações e tristes serão suas palavras.
Pois por elas será condenada, não há justificativa diante de Deus apenas explicações para sentenciar as escolhas feitas durante a trajetória de sua vida.

Eis aí o livre direito de escolha, onde escolhermos estar ali estaremos.

Ninguém tem o direito de ser contra as escolhas de ninguém, mas temos o dever de zelarmos pelos direitos morais, éticos e sociais da sociedade em que vivemos para isto nos foi dado o direito de ação.
Ao longo dos séculos vemos este ser chamado “humano” desafiar as regras do jogo estabelecido por Deus, vale lembrar que o tabuleiro é DELE a mesa é DELE as pedras são DELE e a nós está permitido apenas o lance que achamos ser correto.
Não podemos nem temos o direito de mudar a regra do jogo, quando isto acontece o extraordinário também acontece simultaneamente o dono do jogo vê a mudança do jogo e sabe que iremos perder, mas ainda nos dá a chance de reconhecermos que infligimos a LEI, a isto chamamos de misericórdia.
O grande problema do direito é pensarmos que estamos certos quando na verdade estamos errados.
O SENHOR DEUS não age segundo minhas petições ELE age segundo minhas ações ELE não está preocupado se cremos em sua existência ou não, ELE independe de mim para ser Deus.
Por isto meu querido e amado SER HUMANO aja como agir saiba que seu direito de ação está preservado diante de Deus, mas por ele tu serás condenado ou absolvido.
Homem só consegue formar uma família com uma mulher e uma mulher apenas compõe uma família quando ao lado de um homem esta é a regra do jogo da vida.
Quando pessoas do mesmo sexo unem-se com o intuito de formar uma família, esta estabelecida uma quebra na regra do jogo.
E ai pode-se fazer o que quiser com o seu direito. 
Ele esta garantido pelo dono do jogo, mas nunca culpe o dono do jogo (DEUS), por sua escolha, pois, naquele último minuto de vida que lhe resta, “terás que responder a ELE”.
Por sua conduta e direito de escolha, que ELE que confiou.
Pense numa situação.
Se meu direito de discordar da união entre pessoas de mesmo sexo é considerado “homofobia”.
Então como posso ter assegurado meu livre direito de pensamento e expressão.
Se há democracia, logo há liberdade de direito e expressão, se há liberdade de direito e expressão, então há seriedade na constituição de direito.
   
Ninguém tem o direito de cercear o direito de ninguém.
Mas ao mesmo tempo.
Ninguém tem o direito de surrupiar o direito de ninguém.
O meu direito começa quando  termina o direito de alguém.
Quando alguém respeita meu direito então o direito de ambos está respeitado.

Surge uma pergunta.
O que fazer com o direito?
Usá-lo bem com sabedoria para não sermos condenados com o mundo infrator. 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Família e Igreja

Livro que está fazendo a diferença entre os amantes dos bons costumes.
O Livro trata de conceitos basilares, da família, tais como as ciladas do devorador, das ações do usurpador.
A conduta ética do cristão e pontos intrigantes que muitas vezes afetam a fé cristã.
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domingo, 10 de julho de 2011

Novos Livros

Já está no mercado os novos livros do Pastor Themmy vale a penas adquiri-los, muito conteúdo interessante.
                                         Rute - O Poder da Amizade                                 Ester - Uma exegese completa.

Família e Igreja - Duas instituições que nunca acabará.

quinta-feira, 10 de março de 2011

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