Título: O que não contaram sobre o
Natal.
Tema: A ilusão do Natal.
Texto: “E não vos conformeis a este
mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para experimentar
qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2)
Introdução: Após anos de estudos, procurando
aprender a Palavra de Deus. Deparo-me cada dia com surpresas até então ocultas
ao conhecimento racional do verdadeiro cristão. Fui me decepcionando com o
crescente número de cristãos desenformados, mas pior que a falta de informação
é o desinteresse em deixar o período sombrio da falta do conhecimento, para o
engajamento junto à história herética produzida pelo catolicismo.
O texto que biblicamente pode bem
se encaixar em nossa proposta seja o versículo dois do capítulo doze de
Romanos. — O texto é cada dia mais presente e autêntico na vida dos verdadeiros
cristãos.
“E não vos conformeis com este
mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que
experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos
12.2)
Este versículo é, além de apropriado para análise, de extrema profundidade para a vida do cristão; antes de elaborar uma abordagem sobre o tema, apresento uma divisão e comentário de cada etapa do versículo.
O CENÁRIO 1 – “E não vos conformeis com este mundo” — o termo conformar no grego aponta para “moldar” dando o sentido de aceitação com o que acontece “neste século” = este mundo.
O CENÁRIO 2 – “mas transformai-vos
pela renovação do vosso entendimento” — este segundo cenário é voltado para
a consciência do ser humano distribuído em sub-atos:
1)
transformais-vos.
2)
pela
renovação
3)
vosso
entendimento
Portanto, transformação — renovação
e entendimento — são requisitos preliminares para a não aceitação das coisas
deste século.
O CENÁRIO 3 – “para que experimente
qual seja” — neste ato, a bondade de Deus desabrocha ao propor ao ser
humano “experimentar” = participar da vontade de Deus, dando origem ao cenário
número quatro.
CENÁRIO 4 – “boa, agradável e
perfeita vontade de Deus” — três informações são apresentadas quanto à
vontade de Deus, a saber, ela é boa, agradável e perfeita.
Neste estágio a palavra “boa”
aponta para o atributo da Unibenevolência de Deus, só ele a possui em
totalidade. A palavra “agradável” fala
do amor de Deus, outro atributo compartilhado com o ser humano, enquanto a
palavra “perfeita” traduz o estado no qual o ser humano existiu
inicialmente, que procura incansavelmente pelo regresso ao ponto inicial, essa
iniciativa precisa ser constante na vida do cristão.
Portanto, uma vez apresentado a
sentido do “versículo tema” vemos que pela natureza caída do homem o
abandono é verídico dos seres humanos em procurar a vontade de Deus ao invés
disso procuram se moldar e pior se conformar com a postura inadequada deste
mundo.
É com base neste estágio da
natureza humana decaída da graça que iremos discorrer sobre os efeitos
negativos do Natal causados ao ser humano na trajetória de suas vidas.
O argumento que primeiro deve ser
interpretado, que dará base para as perguntas e respostas que se seguem está
voltado ao inacreditável cortejo feito pelos incrédulos (ímpios), e por
incrível que possa parecer também a muitos cristãos.
Neste período natalino não é de
difícil verificação encontrar cristão saudando seus irmãos coma expressão “feliz
natal”, mas cabe a pergunta; isso é correto?
Não tenho por princípio desde que
me converti e passei ter conhecimento das verdades bíblicas, cumprimentar
alguém seja ou não cristão com esta saudação, a saber, “feliz natal”.
Mas, por quê?
Primeiramente, porque em nenhum
lugar das Escrituras encontramos algum tipo de referência sobre o suposto
“natal”, nas verdades esta é mais uma invencionice dos romanistas.
Acho incrível ver algum cristão
cumprimentar outro com esta saudação ou então a um ímpio, muitos inclusive se
escoram no gancho de dizer que é apropriado aproveitar o período para estreitar
laços com os não cristãos a fim de conquistá-los para o Reino. Não vejo
problema algum nestas oportunidades, mas por que então não cumprimentar como
p.ex., “boas festas” — a ideia deve ser sempre fugir da idolatria e recriminar
as heresias que sorrateiramente se instalam no ceio da Igreja.
Não quero parecer santarrão, ou
extremista, mas também não posso me conformar com os moldes apresentados pelo
mundo pagão.
Ao fazê-lo, faço parte do time dos
desinformados e conformistas, isso certamente não agrada ao nosso Senhor que
combateu por diversas vezes os teólogos da sua época com as práticas heréticas
e que a cada dia se distanciavam mais das Sagradas Escrituras.
Mediante tais abordagens deixo a
seguinte pergunta.
Até que ponto o envolvimento
cristão com o Natal pode afetar sua fé?
Perguntas como esta serão
respondidas ao longo deste estudo.
Espero que após a leitura você
possa ser um propagador das verdades bíblicas e ao mesmo tempo um combatente
das heresias.
Boa leitura…
PERGUNTAS
PERGUNTA 01: Por que o cristão não deve comemorar o Natal?
Resposta: Porque em nenhuma
parte da Bíblia encontramos algum tipo de mandamento ou sugestão para celebrar
esta festa pagã denominado “natal” ou que proponha alguma alusão ao nascimento
de Jesus, como fazem todos os que são mal-informados.
PERGUNTA 02: Porque o dia 25 de dezembro é um dia normal como qualquer outro?
Resposta: Duas são as
respostas, mas para tanto, há de se entender o objetivo pelo qual foi
instaurado:
(1). Esta data foi designada por Roma
no século IV, visando aliança junto ao povo romano e judeu.
(a)
cristianizar
o paganismo e
(b)
paganizar
o cristianismo.
Não é isto, que acontece com a
igreja de Cristo em nossos dias. A introdução sorrateira de festas juninas
em pseudo-igrejas, luzes coloridas para enobrecer cantores que de
adoradores nada tem, são algumas das práticas que envolvem algumas igrejas de
nossos dias, inclusive igrejas tradicionais que aderiram definitivamente a
práticas mundanas.
(2). De acordo com o calendário
judaico Jesus nasceu em setembro ou outubro período propicio para o
deslocamento de uma cidade a outra como fez José e Maria que estava grávida.
O estudo um pouco mais detalhado da
história judaica comprovará a veracidade desta legalidade bíblica.
PERGUNTA 03: Qual o sentido das festas judaicas?
Resposta: As festas judaicas
também conhecidas como “festa dos tabernáculos”, ocorridas no antigo
Testamento visavam à preparação para o caminho do Senhor Jesus como Salvador do
mundo em o Novo Testamento.
Atualmente somos a Igreja do Senhor
como afirma (Ef 1.22-23), o cumprimento profético da sua volta, (Mt 24.3; Mc
13:20, 28 e 29; Ap 22,7,12 e 20), e muitos outros.
Estes e outros versículos precisam
ser analisados de forma mais ampla, coisa que o catolicismo não faz, p.ex.,
esclarecer que enquanto estivermos preparando o caminho para ELE nascer,
deixamos de acreditar que ELE voltará.
PERGUNTA 04: Qual é o sentido espiritual do Natal?
Resposta: O cristão deve ter
um balanceamento entre a visão espiritual e a visão natural que lhe acompanha
durante o período da sua vida, contudo é dever para o cristão seguir o que diz
a bíblia andar por fé (2 Co 5.7), e viver pela
fé (Hc 2.4; Rm 1.17; Gl 3.11), e não da fé como fazem
muitos indoutos.
Portanto, o estabelecimento da
visão espiritual é muito mais necessário de que a visão natural enxergar o
espiritual é necessário para desfazer qualquer armadilha no mundo físico, o
natal que o mundo apresenta é uma festa centrada no mundo físico e, por conseguinte
pagã.
A bíblia, no entanto, nos assegura
que o mais importante é a espera pelo Reino de Deus (Rm 14.17), que não
consiste em comida nem bebida, como propõe o mundanismo, mas justiça e paz no
espírito.
PERGUNTA 05: Qual é o objetivo do Natal para o príncipe desde século?
Resposta: Longe de ser uma
festa cristã, o Natal é, além de uma festa pagã, um meio comercial que visa
aguçar a economia financeira dos países de forma contraditória. Ao invés de
lucratividade e desenvolvimento, os pagãos acabam por seguir ingenuamente os critérios
do príncipe deste século, retirando dos pobres o pouco que dignamente
conquistam para, de forma ilícita, dar aos ricos, fazendo-os mais ricos.
O resultado desta prática que há
séculos vem destruindo famílias inteiras é privar as pessoas do conhecimento de
que o Natal é uma festa pagã e de ilusão.
É causadora de muitos desajustes
financeiros entre famílias porque muitos fazem o que não podem para alcançar a
participação nesta festa antibíblica.
PERGUNTA 06: Qual a origem do Natal?
Resposta: Quase ninguém se
preocupa com esta pergunta, mas ela é talvez a mais importante, uma vez que
traça uma ligação entre a história e a realidade.
O Natal é uma festa que se origina
na Babilônia, consagrada aos falsos deuses, muito provavelmente teve seu início
por Ninrode (Gn 10.8), suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao
dilúvio; como já dito, quando o cristão aceita esta prática em sua vida ou este
tipo de festa em seu meio, faz o mesmo que a igreja católica fez.
E pior, não só aceita o paganismo
em seu meio como o transforma em forma de adoração.
PERGUNTA 07: Quem foi Ninrode e qual foi seu objetivo?
Resposta: Ninrode era neto de
Cão (filho de Noé), em Gênesis (Gn 10.8-9), encontramos a seguinte descrição: “Cuxe
gerou também Ninrode, o primeiro homem poderoso na terra. Ele foi o mais audaz
e corajoso dos caçadores diante do SENHOR, e por esse motivo há o ditado:
“Valente como Ninrode!” — ou seja, foi o fundador do sistema babilônico,
que até hoje domina o mundo.
Foi ele quem estabeleceu um sistema
conhecido como: “Sistema de Competição Organizado”, até hoje vigora por
meio dos impérios existentes governados pelos homens.
Este sistema, sempre baseado na
economia, competição e lucro, ficou evidente desde aquela época pela construção
da Torre de Babel. — É debaixo desta proposta que nasce a Babilônia (nome da
capital da Suméria, na antiga Mesopotâmia), atualmente Iraque.
Onomatologicamente, Babilônia
significa: “Porta de Deus” — mas os judeus dizem que esse termo é de
origem hebraica, que significa “grande confusão”.
Favorável a esta posição está o
fato de que inclusive aparece na Bíblia, sendo que uma de suas cidades era
Nínive, organizando o primeiro reino deste mundo.
Já seu organizador, Ninrode, em
hebraico, deriva de “Marad”. Que significa: “ele se rebelou, rebelde”.
Como vemos, todos que se rebelam
seja em que grau de atuação for geralmente comete confusão.
PERGUNTA 08: Qual o objetivo do Natal?
Resposta: Assim como Ninrode,
que se afastou de Deus (no passado), faz com que os que seguem esta prática (no
presente), também se afastem de Deus.
Não é isso que ocorre nesta festa
pagã, bebidas, meretrizes, brigas, traições e muitas outras ocorrências fazendo
que o homem descrito nos princípios bíblicos, que era ligado ao SEU Criador,
acabe cada vez mais se afastando do DEUS verdadeiro.
É debaixo desta bem-organizada ação
satânica que o homem vem gradativamente se afastando de Deus e das suas
verdades.
SÍMBOLOS
PAGÃOS:
PINHEIRO,
PRESÉPIO E GUIRLANDA.
PERGUNTA 09: Qual o símbolo mundano do
pinheiro no Natal?
Resposta: O paganismo se encarregou de
criar para a pascoa judaica um “coelho” como símbolo ao invés de manter
O CORDEIRO como símbolo bíblico instituído por Deus. (Ap 13.8)
Daí, para se chegar até o Natal,
não tiveram tanto problema, aplicaram o mesmo princípio para com o nascimento
de Jesus, dando-lhe um “pinheirinho” como símbolo.
·
Como
será que isso se deu?
Tudo começa quando a história tenta
nos esconder, sem êxito, que Ninrode, homem perverso e maligno (Gn 10.8-9),
casou-se com sua própria mãe, Semíramis.
Após a morte prematura de Ninrode
sua “mãe-esposa”, propagou mais um ensino satânico e herético, voltado à
sobrevivência de Ninrode como um ser espiritual; ela alegava que um “pinheiro”
havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, simbolizando
o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. (Os naturalistas
acreditam nisso)
Todo ano, no dia de seu nascimento,
que por acaso era 25 de dezembro, ela alegava que Ninrode visitava a tal árvore
“sempre viva” e deixava presentes nela, explicando a origem da “árvore
de Natal” e dos “presentes”.
PERGUNTA 10: Qual é o efeito das
árvores de Natal?
Resposta: É antes de tudo necessário
esclarecer que a árvore em si não representa mal algum, muito menos qualquer
forma de heresia, porque foi criada por Deus, mas é no intento que está por
trás da prática que repousa todo problema de seus seguidores, a equivocada
adoração.
Sobre esta questão os demônios não
só gostam como se simpatizam, vale saber, que no ocultismo oriental os
espíritos também são invocados por meio de árvores. Uma das enciclopédias mais
respeitadas no mundo (Barsa) sugere que a árvore de natal é de origem
germânica, provavelmente no tempo de São Bonifácio, o que parece
ter sido adotada para substituir o sacrifício do carvalho de “Odim”, que
as pessoas adoravam a árvore em homenagem ao deus menino.
Sugiro a leitura dos seguintes
textos que mostram que os judeus tinham conhecimento, tendo sido advertidos
quanto a esta prática pagã. (Dt 12.2,3–Dt 16.21–I Rs 14.22,23–II Rs
17.9,10–Is 57.4,5–Jr 10.3,4–Os 4.13)
PERGUNTA 11: Onde surgiu o presépio?
Resposta: Semíramis, mãe e mulher de
Ninrode fez com que o povo acreditasse que ela era a “rainha do céu” dos
babilônicos, como se isso não fosse suficiente, aproveitou o período em que o
povo adorador de Ninrode lhe atribuía vários nomes e o celebrou como sendo o “divino
filho do céu”.
Ninrode passou a ser adorado como
sendo o falso Messias, o “filho de Baal” — todos os adereços utilizados
na adoração a Ninrode estavam relacionados diretamente com os rituais prestados
ao deus-sol que mais à frente tornar-se-ia “SUNDAY” ou (dia do sol).
Este falso meio pagão de adoração
babilônico tornou-se o maior sistema de incentivo pagão à idolatria do mundo
antigo; a “mãe e a criança” ou a “virgem e o menino” (Semíramis e
Ninrode redivivo) tornaram-se objetos de adoração. Esta veneração tomou tamanha
vultuosidade que a “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora.
Alguns exemplos:
Þ
No
Egito, chamava-se Ísis e Osíris.
Þ
Na
Ásia Cibele e Deois.
Þ
Na
Roma pagã, Fortuna e Júpiter.
Þ
Na
Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente ao que na Itália
conhecem por Madona (Ma = minha e Dona = minha senhora), tudo isto, muito antes
do nascimento de Jesus Cristo.
Como a princípio a ideia da “mãe
e o menino” não teve boa aceitação, o jeito foi criar uma heresia. Ela
instituiu uma forma de reverência obtida pelos animais, daí surge o presépio —
que também é uma as formas pagãs de adoração aceitam e mantida pela igreja
católica até nossos dias.
Este princípio muda de nome em
cada país. Quanto a esta condenação, sugiro os seguintes textos.
Textos: I Co 10.14,15 — Gl 5.19,21 —
fugir da idolatria.
PERGUNTA 12: Por que não celebrar o Natal?
Resposta:
1.
Primeiro,
porque esta suposta festa bíblica é na verdade pagã.
2.
Segundo,
porque foi criada por homens.
3.
Terceiro
por que de modo geral engloba ídolos.
4.
Quarto,
porque Deus abomina a idolatria.
5.
Quinto
e talvez o mais grave seja, acima de tudo, os adereços (enfeites), colocados
nas árvores, nas portas, nos batentes das casas, nas ruas etc. são verdadeiros
altares consagrados aos demônios.
PERGUNTA 13: Qual é o sentido das velas
de Natal?
Resposta: As velas acendidas tinham por
finalidade fazer renascer o ritual dos cultos ao deus sol.
“Pinturas encontradas em cavernas, que se estima terem sido feitas cerca de 50.000 anos a.C., mostram que naquela altura a luz era fornecida por recipientes com gordura animal no estado líquido, nos quais se usavam fibras de plantas que funcionavam como pavio. As primeiras referências às velas datam do séc. X a.C. e vêm referidas em textos bíblicos. Essas velas eram nada mais que simples de juncos besuntados com sebo. Descobertas arqueológicas encontraram no Egito e na Grécia velas com formato de bastão. Para os gregos, as velas simbolizavam o luar e constatou-se que na Grécia as velas eram usadas no 6º dia de cada mês como adoração a Artemisa, a deusa grega da caça.” [Informação extraída do blog http://origemdascoisas.com/ em 25/12/2016. ]
PERGUNTA 14: O que é uma guirlanda?
Resposta: Esta palavra deve soar um
tanto estranha para os nossos dias, mas para o período em que foi instituída,
ela era bem comum às pessoas; guirlanda nada mais é que uma coroa formada de
folhas ou flores.
Na época romana, era utilizada na
celebração aos deuses, a finalidade era o chamamento e a legalidade da entrada
dos deuses, honrando-os, mas com o passar dos anos tomou-se costume entre as
pessoas das mais variadas culturas.
Acabou por tornar-se um amuleto
para as pessoas, fazendo-as pendurá-lo na porta pelo lado de fora das casas
como sinal de autorização espiritual. Eis aí o motivo pelo qual o Senhor Jesus
diz que está à porta e bate. (Ap 3.20) — Além do mais, a única citação que a
Bíblia faz sobre coroas de material vegetal, como “ramos, folhas, flores,
galhos etc.”, refere-se ao escárnio dos romanos e judeus a Jesus. (Mc 15.1)
Nenhuma outra coroa desse tipo é
utilizada na Bíblia, somente Roma teve esse princípio, colocando-a na cabeça de
Jesus como símbolo de escárnio.
A história desconhece qualquer
pedido de Jesus referindo-se ao adereço ou algum relato que tenha recebido
alguma guirlanda em seu nascimento até porque Israel tinha conhecimento que ela
fazia parte de um ritual pagão.
Aceitar este tipo de adorno é
corroborar com a prática demoníaca pagã.
QUEM É NOEL
PERGUNTA 15: Quem é e qual a finalidade
do Papai Noel?
Resposta: A história nos relata
tratar-se de um homem por nome Nicolau, a igreja católica, como de costume, o
tornou um ídolo venerado pelos gregos e latinos uma vez que ele lembra a figura
de um gnomo bochechudo de barba branca.
Segundo o dicionário Aurélio, gnomo
é um demônio “bonzinho” que vive numa floresta (daí o pinheiro de
Ninrode), a ideia era trocar presentes, uma prática oriunda na mitologia cuja
finalidade era eternizar o pacto com os “deuses”. (Demônios)
PERGUNTA 16: Qual é o sentido da Ceia
de Natal?
Resposta: Como de costume na Roma
antiga, os líderes faziam um convite à glutonaria, prática condenada pela
Bíblia, como forma de agrado ao “deus-sol”. Geralmente, estes
banquetes eram servidos à meia-noite.
Para nós (os salvos), em Jesus,
essa prática atual não significa mais nada, quatro textos nos advertem sobre a
prática (Lc 21.34; Rm 13.13; Gl 5.21; 1Pe 4.3), pois, nós, os cristãos salvos
de todo mundo atualmente aguardamos pela segunda vinda de Jesus para buscar a
Igreja.
Ao contrário do que o comércio nos
procura transmitir, o que acontece nessas datas são angústias, tristezas,
bebedeiras e dor, além de um espírito de opressão camuflado de bom moço
apresentado como “papai Noel”, que tem influenciado até mesmo a igreja evangélica.
REFLEXÃO
Precisamos expulsar esses demônios
em nome de Jesus de nosso meio, não somos ignorantes quanto às festividades
iniciadas na Babilônia, portanto, devemos tirar do nosso coração tais práticas
pagãs, porque a bíblia diz: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.
(Jo 8.32)
Mamom, demônio das riquezas, tem
estabelecido na mente das pessoas, cristãs ou não, a dependência em estarem nas
festividades de fim de ano com a casa nova, carregada de pessoas, roupas novas,
muita bebida, muita comida e valores destrutivos deste mundo.
A bíblia diz: “Ninguém pode
servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de
dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas”.
(Mt 6.24) é claramente uma advertência contra o paganismo.
Por fim, nos alicerçarmos no que
diz Colossenses (Cl 4.5) — “Andai em sabedoria para com os que estão de fora,
usando bem cada oportunidade”.
Não devemos confundir a passagem do
Ano com uma festa pagã denominada Natal, deixando claro que não é errado
desejar feliz Ano Novo para alguém, mas torna-se herético felicitar alguém com
um “feliz natal” que nada mais é que um “pratique um paganismo feliz” ou algo
parecido.
Professor Pastor Themmy Lima.

